domingo, 23 de setembro de 2007

RABISCO II

Posted by Picasa
Anjos caídos, sem asas,
pousando em águas turbulentas.
O céu, vazio de almas crentes,
é uma miragem de paz fria,
inexistente.
A única realidade
é a que retenho no espaço
por de dentro das mãos.

6 comentários:

mcorreia disse...

ah! se fossem linhas escritas cada traço, letras, diria que deixaste repousadas uma e outra face do que te(nos9 atromenta

mcorreia disse...

atormenta

Arion disse...

Percebo-te melhor do que talvez consigas acreditar que percebo. Beijo!

Anónimo disse...

A minha mãe é mesmo uma grande artista!
Que comportamento/expressão tão (in)definida será aquela? Que sente aquele ser humano? Bem ao estilo de um bom artista: aquilo que a pessoa quiser!
João P. (o filho)

Vieira Calado disse...

Parabens pelo blog, o desenho e o poema muito bons.

Mateso disse...

Obrigada pela visita lá pelo meu azul... depois o desenho ... tem o vigor do traço e a palavra a sensibilidade da alma. Que belo binómio.
Keep on, keep on ,my dear...
Um beijinho muito forte.